É de intensidades que falo...
É de extremos que trato...
É dos limites que vou à caça...
É da ausência de medos que necessito...
É do imprevisto que traço as regras...
É das montanhas do acaso que anseia meu respirar...
É do horror e espanto que procuro não me livrar...
É do absurdo do senso comum que não sou feita...
É do cúmulo das mercadorias que me cercam que entonteço...
É da cumplicidade de amigos que sinto saudades diárias...
É do inteiro que me sacio...
É da ausência de sangue quente que fujo...
É de extremos que trato...
É dos limites que vou à caça...
É da ausência de medos que necessito...
É do imprevisto que traço as regras...
É das montanhas do acaso que anseia meu respirar...
É do horror e espanto que procuro não me livrar...
É do absurdo do senso comum que não sou feita...
É do cúmulo das mercadorias que me cercam que entonteço...
É da cumplicidade de amigos que sinto saudades diárias...
É do inteiro que me sacio...
É da ausência de sangue quente que fujo...
Então, não me venha com seu menos.
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